Publicado em: 10/07/2013 às 19:00hs
É uma atividade que envolve muitos custos afetando negativamente a renda da propriedade. O ano agrícola 2012/2013 foi, e continua sendo, difícil para o pecuarista da região. Chuvas mal distribuídas e o veranico em janeiro de 2013 puxou a produtividade das lavouras para baixo. Mas, o pecuarista não tem saída? Na Embrapa Milho e Sorgo ele pode encontrar a solução.
Trabalho conduzido ali em regime de sequeiro, o Sistema Integração Lavoura-Pecuária de Corte (iLP), desde 2005, mostra resultados promissores na produção de alimentos (grãos, silagem e carne), mas o leite poderia ser incluído também. O fato é que há produção de alimentos com produtividades bem superiores à média regional. E o mais intrigante: os pastos estão verdes e com boa produtividade de forragem nesta época do ano. Haja gado para consumir toda a forragem! Não há segredo, há planejamento com tecnologias que beneficiam as plantas e o solo: rotação e culturas, consórcio lavoura-capim e adoção do sistema de plantio direto. O capim plantado junto com o milho ou o sorgo são as pastagens da seca. Ali se conseguiu, em média, 7,3 t/ha de grãos e 53 t/ha de silagem de milho, ou 52 t/ha de silagem de sorgo. Para um ano seco, no qual o veranico arrasou a soja que produziu muito pouco, isto é muito bom.
Mais informações: NCO (Núcleo de Comunicação Organizacional) da Embrapa Milho e Sorgo, Unidade da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), vinculada ao Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento): (31) 3027-1167 ou jose.heitor@embrapa.br.
Fonte: Embrapa Milho e Sorgo
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