Agrotóxicos e Defensivos

Escassez de Fungicidas Multissítios Impulsiona Demanda por Solução da Sipcam Nichino no Controle de Ramulária

Fezan® Gold surge como alternativa eficiente no manejo da doença e no controle da resistência a patógenos


Publicado em: 31/03/2025 às 14:30hs

Escassez de Fungicidas Multissítios Impulsiona Demanda por Solução da Sipcam Nichino no Controle de Ramulária

Diante da escassez de fungicidas multissítios no mercado, especialmente aqueles utilizados no controle de doenças significativas do algodoeiro, a Sipcam Nichino Brasil tem se posicionado para atender à crescente demanda do setor agrícola. A empresa oferece seu fungicida Fezan® Gold, uma solução eficaz no manejo da mancha de ramulária, doença que pode comprometer até 40% da produtividade da cultura.

De acordo com o engenheiro agrônomo José de Freitas, da área de desenvolvimento de mercado da companhia, Fezan® Gold é altamente recomendado para o controle da ramulária, que se manifesta nas duas faces das folhas do algodoeiro. A infecção não controlada leva à necrose e desfolha precoce, prejudicando a formação das maçãs e comprometendo a qualidade da fibra.

“A doença afeta gravemente o crescimento das estruturas reprodutivas da planta e acelera a abertura dos capulhos, resultando em perda significativa de qualidade”, explica Freitas.

Com o mercado de fungicidas multissítios em crise, Fezan® Gold também se destaca como uma alternativa valiosa no controle da resistência de fungicidas a outros patógenos. O produto se torna crucial para o manejo sustentável das doenças, especialmente em momentos críticos para a produção de algodão.

A Sipcam Nichino recomenda que o produtor inicie as aplicações de Fezan® Gold de forma preventiva, 30 dias após a emergência ou quando a planta atingir o estágio reprodutivo (B1), com o aparecimento do primeiro botão floral. O uso deve ser feito especialmente quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças, como a umidade.

“Fezan® Gold é um fungicida seletivo, que não causa fitotoxicidade ao algodoeiro, e possui um amplo histórico de uso na cultura, proporcionando um excelente custo-benefício”, conclui José de Freitas.

Fonte: Portal do Agronegócio

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