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RTRS certifica produtores do Programa Produzindo Certo

Os produtores que optam por utilizar o padrão RTRS tem a disposição um instrumento para expandir a rentabilidade de sua produção de soja. “Igualmente, contribuem para que as exportações de soja responsável aumentem no cenário internacional, que está cada vez mais rigoroso em relação à origem e qualidade dos produtos”, comenta o Consultor Externo da RTRS, Cid Sanches. 

Trabalhando nesse sentido, projetos como o Programa Produzindo Certo – conduzido pela Aliança da Terra, que reúne Bayer, Santander, Unilever e Yara – tem como objetivo aumentar a produção de soja responsável no Brasil, motivando os produtores a se adequarem à legislação e atenderem padrões internacionais de conformidade socioambiental.

“Junto com os parceiros envolvidos estamos fazendo uma revolução no campo por meio desse programa. O Certificado RTRS foi uma oportunidade de mercado, com visibilidade e reconhecimento internacional, além da possibilidade de valorização efetiva de quem está Produzindo Certo. Podemos garantir que os benefícios estão alcançando muito mais que retorno econômico! E ressalto, é preciso Produzir Certo para Produzir Sempre!”, afirma o Coordenador de Agricultor da Aliança da Terra, Fabrício de Freitas.

Na primeira fase do programa, 38 produtores foram certificados, o que resultou em 222.389 toneladas de soja. O foco foram as regiões produtoras de Uberlândia-MG e Rio Verde-GO e mapeou mais de 130 produtores com potencial para certificação. Desses 130 produtores mapeados, 62 aderiram ao Programa, totalizando 1.260 funcionários das fazendas e 152 mil hectares impactados pela iniciativa (sendo 103 mil hectares plantados com soja).

O produtor Adriano Barzotto, da Fazenda Segredo em Rio Verde-GO, conta que estava em busca de uma maneira de melhorar as atividades dentro da propriedade quando foi apresentado os benefícios da certificação RTRS. “A certificação é uma ferramenta e uma ponte até os parceiros comerciais internacionais. Além disso, somos vistos como um grupo mais organizado, coeso e voltado para as boas práticas pelas instituições bancárias e pela trade. O futuro das propriedades modernas é a certificação, ela nos concede um carimbo de qualidade”, garante.

Já para o produtor Getúlio Feliciano, da Fazenda Santa Fé, em Uberlândia-MG, a certificação auxilia na sobrevivência da propriedade. “Nosso patrimônio é o solo. Acredito que em curto prazo o mercado irá exigir do produtor a certificação porque é necessário mostrar que se compra soja de um lugar que cuida do meio ambiente e das pessoas. As exigências que a certificação pede são todas alinhadas. Tudo tem que estar adequado, é uma orientação para desenvolver nossas atividades de maneira correta. No futuro, essa será a exigência dos consumidores”, avalia.

O vídeo com o depoimento do produtor Getúlio Feliciano pode ser visualizado clicando aqui.

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Data de Publicação: 25/08/2017 às 17:00hs
Fonte: Assessoria de Comunicação RTRS
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