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Pecuaristas e técnicos brasileiros conhecem os principais fornecedores de genética americana

Entre os dias 20 e 29 de junho, pecuaristas e técnicos do Brasil percorreram quatro estados americanos visitando os principais fornecedores de genética da bateria de taurinos da central CRI. Com um dos trabalhos de seleção mais criteriosos do mundo, foi possível conhecer diferentes sistemas de produção e processos de seleção de raças diversas, como Angus, Hereford, Simental e Simangus.

O tour, que passou por Wisconsin, Minnesota, Dakota do Sul e Dakota do Norte, é promovido e organizado anualmente pela CRI Genética Brasil, com apoio da CRI Internacional. Durante a estadia, as práticas adotadas nos Estados Unidos em termos de tecnologias genéticas, sistemas de produção, gestão de equipe e administração no campo foram observadas e comparadas à realidade brasileira.

Segundo a gerente de produto corte da CRI, Juliana Ferragute, a viagem foi muito produtiva. “Uma excelente oportunidade de conhecer o sistema genético dos Estados Unidos e o trabalho realizado com os touros que são referência na bateria CRI. Além de poder estreitar o relacionamento e a troca de experiências com os clientes”, ressalta.

A médica veterinária e inspetora técnica da Associação Nacional de Angus, Ana Paula Neves, destaca que a viagem agregou muito em termos de conhecimento dos sistemas produtivos dos Estados Unidos, em diversas propriedades e regiões diferentes. ”Pude conhecer de perto a genética utilizada lá, alguns dos touros mais importantes que a CRI oferta hoje no Brasil e que é uma genética que está sendo utilizada massivamente, tanto no Brasil central para cruzamento, quando no Rio Grande do Sul para produzir genética. Agora é trazer esse conhecimento para tentar aplicar nas propriedades que eu atuo como médica veterinária e poder fazer um melhor assessoramento das cabanhas de Angus raça pura que eu assessoro. Além disso, conhecer pessoas do Brasil inteiro e trocar informações sobre o que está sendo feito no Brasil central e no Rio Grande do Sul é muito importante para as pessoas que participam”, detalha.

O criador mineiro de Tabapuã e cliente de cruzamento da CRI, Sérgio Germano, ressaltou que “foi um prazer ter participado do Beef Tour 2017, com um grupo muito coeso e de várias partes do Brasil. Pudemos ver in loco os touros que usamos aqui no Brasil. Conhecemos as fazendas e todo o trabalho feito antes, por trás destes animais, até que o sêmen chegue ao Brasil. Para nós pecuaristas é muito importante saber o que estamos usando e como é feito esse trabalho, para podermos precisar melhor o touro que vamos utilizar e o que buscamos em cada sêmen. Além da troca cultural, ver como funciona a criação americana, as dificuldades deles e tentar tirar ideias para tentar implementar aqui”, ressaltou.

Para Diogo Poliselli, proprietário da VPJ Pecuária, a viagem foi excelente, com muitos conhecimentos adquiridos. “Tivemos a oportunidade de ver sistemas de criações, exemplares da raça Aberdeen Angus e até os próprios touros que utilizamos em nosso rebanho da VPJ Pecuária, no Brasil. Vejo também que a viagem viabiliza um excelente networking sobre como o Brasil pode avançar como país produtor de carnes de qualidade, pois pessoas de diferentes partes do país estavam presentes e trocaram conhecimento sobre as diferentes características de produção e criação em outro país. É uma viagem fundamental para quer e busca uma pecuária com mais qualidade e rentabilidade”, diz.

Mais informações: www.crigenetica.com.br

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Data de Publicação: 13/07/2017 às 15:20hs
Fonte: Assessoria de Comunicação CRI
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