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Números da SECEX colocam em questão apenas as carnes

“Os exportadores de carnes estão chorando de barriga cheia”.

Essa, no mínimo, deve estar sendo a conclusão de quem se detiver na análise da evolução das exportações brasileiras no decorrer do mês de maio. Porque, pelos dados divulgados pela SECEX/MDIC, as carnes foram o único produto exportado a apresentar aumento de receita no período em que o País esteve paralisado pelo movimento dos caminhoneiros.

A exceção é observada quando se comparam os resultados da última semana do mês com os registrados na primeira semana, ambas com três dias úteis. Ou seja: enquanto 15 dos 17 produtos relacionados apresentam, entre os dois períodos, quedas que chegam a superar os 95% (caso de fumo e sucedâneos), as carnes registram variação positiva próxima de 31%. Alem delas, só a soja apresenta aumento de receita entre uma semana e outra, mas em índice bem mais modesto (+1,45%).

Ao se comparar os resultados mensais, observa-se que mais produtos (seis ao todo) apresentaram resultado positivo em maio. Mas, novamente, o índice de aumento da receita das carnes soa elevado para um mês em que as exportações estiveram paralisadas ou foram sensivelmente afetadas por, praticamente, um terço do período.

Sabe-se que a SECEX/MDIC vem renovando seus padrões de acompanhamento das exportações e, por isso, os primeiros dados que divulga em relação ao mês anterior vêm sendo preliminares. Mas, aparentemente, continua faltando algum acerto em relação às carnes.

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Data de Publicação: 07/06/2018 às 09:20hs
Fonte: AviSite
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