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Mudanças na regulamentação para o transporte de maçãs garante qualidade aos consumidores catarinenses

Santa Catarina é o maior produtor brasileiro de maçã e, neste ano, deve produzir 50% do volume nacional. Em relação à quantidade, a safra recém-iniciada deve ser praticamente igual à anterior, quando foram colhidas 552 mil toneladas em 16 mil hectares. O grande destaque está na qualidade, uma das mais altas da história.

Para manter esse status, produtores do município de São Joaquim solicitaram ao Departamento Regional da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) alterações nas especificações de cultivares no sistema de certificação fitossanitário, a ponto de que na Permissão de Trânsito Vegetal (PTV) esteja presente a nomenclatura das cultivares.

Atendendo a Instrução Normativa nº 28, de 24 de agosto de 2016, a Presidência da Cidasc, Diretoria de Defesa Agropecuária e o Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal (Dedev), estão implantando alterações gradativas no respectivo módulo do Sistema de Gestão da Defesa Agropecuária Catarinense (Sigen+). De acordo com o Artigo 18, §3º da referida IN, agora o produtor deve indicar o nome comum, espécie e cultivar ou clone.

Já está disponível no Sigen+ as opções das variedades “Maçã gala (Malus domestica)” e “Maçã fuji (M. domestica)”. No entanto, a alteração no sistema ainda não identifica os cultivares, clones e variedades, porém, a inclusão dos grupos gala e fuji na PTV já atende parcialmente a Instrução Normativa nº28. “Para o atendimento integral da norma, serão necessárias alterações mais profundas, tanto em nosso sistema, quanto nos procedimentos de inscrições de Unidades de Produção (UP’s), formação de lotes e certificação fitossanitária”, declarou Ricardo Miotto Ternus, gestor do Departamento de Defesa Sanitária Vegetal da Cidasc.

“Essa alteração garante ao consumidor que as variedades de maçã fuji e gala estão sendo colhidas na época correta, preservando assim o sabor, a cor, a textura e os nutrientes”, comentou Enori Barbieri, presidente da Cidasc. De acordo com ele, a companhia está atenta às necessidades dos produtores e o trabalho de defesa sanitária vegetal é essencial para proteção e desenvolvimento da agricultura catarinense, além de estabelecer as diretrizes que orientam as boas práticas de agricultura. Dessa forma, permite a comercialização dos produtos agrícolas segundo as exigências dos mercados nacional e internacional.

Para Rides Campos Ferreira, gestor do Departamento Regional da Cidasc de São Joaquim, as mudanças na PVT são de grande importância para o mercado da fruta. Segundo Rides, o consumidor está cada vez mais exigente quanto as opções de variedade e de qualidade de frutas disponíveis no mercado.

PTV

A Permissão de Trânsito Vegetal (PTV) é um documento fitossanitário utilizado em todo o território nacional que deve acompanhar certas plantas, partes de vegetais ou produtos de origem vegetal quando transacionados ou comercializados pelo país.

O documento indica que o material vegetal foi produzido, processado, inspecionando e fiscalizado de acordo com os critérios estabelecidos na legislação em vigor e cumpre rigorosamente as normas e exigências específicas estabelecidas pelas autoridades, proporcionando segurança fitossanitária aos produtos.

Para mais informações sobre a Certificação Fitossanitária, procure o escritório da Cidasc mais próximo ou entre em contato com o Departamento de Defesa Sanitária Vegetal da Companhia.

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Data de Publicação: 09/03/2017 às 09:20hs
Fonte: Assessoria de Comunicação – Cidasc
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