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Mercado aquícola crescerá mais de 100% no Brasil até 2025

Considerado um mercado em expansão, a criação de peixes está presente em todos os continentes, tido como uma alimentação saudável, é referência na culinária de vários países. Segundo ranking realizado em 2012 pela Food and Agriculture Organization (FAO), da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o 12º principal produtor aquícola do mundo (sendo países asiáticos em oito posições anteriores). Até 2025, a previsão da organização é que a produção de pescados cresça 104% no Brasil. “A aquicultura é hoje um agronegócio consolidado, profissional e crescente”, comenta Manoel Joaquim Peres Ribeiro, supervisor técnico comercial de aquicultura da Qualy Nutrição Animal.

Em 2013, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentados em uma pesquisa do Sebrae em 2015, mostraram que o Brasil produziu 392.493,00 toneladas de peixes (representando 82% da produção nacional), uma taxa de crescimento de 56% nos últimos 12 anos.

Pensando nessa demanda, a Qualy Nutrição Animal chega a 2017 com uma novidade para o mercado: a linha MaxiFish, que tem como objetivo oferecer alto desempenho na produção de peixes, com produtos para onívoros e também voltados para o cultivo de trutas. “A formulação dos produtos é realizada por uma equipe altamente especializada, com ampla experiência no mercado e que busca, por meio de pesquisas de campo no dia-a-dia das pisciculturas, um perfil nutricional que ofereça o melhor resultado zootécnico. Produzindo rações de alta performance, utilizando matérias primas selecionadas e de alta digestibilidade”, explica Manoel. A perspectiva da Qualy é que essa nova linha seja lançada no mercado agora no primeiro trimestre de 2017.

Padrão de qualidade

Um dos diferenciais da Qualy é o padrão de qualidade, que se inicia na aquisição de matérias-primas de fornecedores previamente classificados, e passa por processos de fabricação automatizados, logística ágil e especializada até a venda consultiva aos produtores. “Os ingredientes são avaliados pela equipe de qualidade do laboratório assim que chegam para o descarregamento, e se aprovadas, armazenadas em local adequado”, explana o supervisor.

Após a liberação de matérias primas, elas são misturadas e passam por todo o processo de moagem, extrusão, secagem, cobertura de óleo e, por fim, o ensaque. “Todos estes processos são acompanhados por funcionários responsáveis, altamente treinados e que buscam, utilizando a tecnologia que os equipamentos oferecem a excelência na produção de rações”, complementa Manoel.

Completa, a Linha MaxiFish conta com seis produtos para peixes onívoros (tilápias e peixes redondos – tambaquis, pacus, tambatingas, patingas etc.), desde rações iniciais MaxiFish AL 50 e AL 40, e rações para crescimento, engorda e terminação, MaxiFish TR 36, TR 32, TRE 32 e TE 28, além de mais dois produtos voltados ao cultivo de trutas, uma inicial MaxiTruta Starter 44 e MaxiTruta HP 42 para crescimento e terminação.

“O desenvolvimento da aquicultura só é possível com a utilização de tecnologia e conhecimento. A produção de rações que promovam o máximo desempenho dos peixes, por meio de fórmulas eficazes, ingredientes selecionados e alta digestibilidade é fundamental, não só para uma maior ganho financeiro nas pisciculturas, mas também para um menor aporte de nutrientes não aproveitados pelos animais nos tanques de cultivo e corpos d’água que, muitas vezes não são levados em conta. Esta melhor qualidade das águas ajuda no desenvolvimento dos peixes, tornando-os mais saudáveis e menos suscetíveis a doenças, acelerando seu ganho em peso e diminuindo o tempo de cultivo”, finaliza Manoel.

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Data de Publicação: 31/01/2017 às 13:00hs
Fonte: Agência GR1000 Comunicação
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