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Cultivos de ostras e mexilhões de Santa Catarina estão livres da toxina paralisante

Portanto, está liberada a retirada, comercialização e o consumo destes animais e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia.

As últimas localidades interditadas eram Laranjeiras, em Balneário Camboriú, e Praia Alegre, em Penha. Com o segundo resultado negativo para presença da toxina paralisante (PSP), nesta terça-feira (28) foram liberadas.

Interdição

Desde o dia 19 de outubro, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) monitora a presença de toxina paralisante (PSP) nos cultivos catarinenses. A princípio todo litoral foi interditado de forma preventiva. Desde então, aconteceram liberações das áreas não contaminadas.

Santa Catarina é o único estado do país que realiza o monitoramento permanente das áreas de cultivo através do Programa Estadual de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos. Esse programa existe em todos os países que possuem uma produção expressiva de moluscos, e é um dos procedimentos de gestão e controle sanitário da cadeia produtiva.

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Data de Publicação: 01/12/2017 às 19:00hs
Fonte: Assessoria de Imprensa Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca
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