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Açúcar: perspectivas de superávit na oferta mundial não sustentam preços

Na bolsa de Nova York, a commodity sofreu queda de 27 pontos no vencimento outubro/17, firmando negócios em 14.02 centavos de dólar por libra-peso. Na tela março/18, a baixa foi de 30 pontos, com preços negociados em 14.54 centavos de dólar por libra-peso. Os demais contratos fecharam para baixo entre 25 e 29 pontos.

Analistas do jornal Valor Econômico de hoje (13), apontaram como fundamentos da queda as perspectivas de superávit na oferta mundial de açúcar na safra 2017/18. "A desvalorização ocorreu mesmo após a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) apontar queda de 0,47% na produção da commodity no Centro-Sul do Brasil na segunda quinzena de agosto em relação a igual período da safra passada", informou o Valor.

O percentual de fabricação de açúcar dos últimos quinze dias também caiu, tornando o mix mais alcooleiro.

Em Londres, o dia também foi de forte queda. Na tela outubro/17, houve desvalorização de 11,50 dólares, com a commodity negociada a US$ 365,50 a tonelada. As cotações para dezembro/17 fecharam com retração de 9,20 dólares, com preços firmados em US$ 369,10 a tonelada. Os demais vencimentos fecharam desvalorizados entre 7,00 e 8,70 dólares.

Mercado doméstico

No mercado interno, o açúcar subiu mais um dia, de acordo com os índices divulgados pelo Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos do tipo cristal fechou com alta de 0,10% e negócios firmados em R$ 52,25.

Etanol hidratado

O etanol hidratado, vendido pelas usinas paulistas, sofreu retração ontem (12), segundo o indicador da Esalq/BVMF. O biocombustível caiu 1,16% em comparação ao dia anterior, sendo comercializado a R$ 1.490,50 o metro cúbico.

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Data de Publicação: 13/09/2017 às 10:40hs
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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